terça-feira, 18 de outubro de 2011

PARABÉNS PROFESSOR............

Valorizar o professor. Capacitá-lo para o exercício pleno de suas atividades como educador. Proporcionar-lhe os instrumentos necessários à sua função primordial: lapidar diamantes. Hoje, esses são os objetivos principais da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Em outras palavras: entendemos o professor como a figura mais importante do processo educativo, em todas as suas esferas. Cabe ao mestre a incumbência de ensinar, orientar, estimular e incentivar crianças e jovens a descobrir suas potencialidades. É uma tarefa nobre e gratificante, mas que exige um esforço e um empenho ininterruptos. Sem o educador seria impossível conceber a sociedade e sua contínua evolução cultural e científica. Afinal, todas as áreas do conhecimento humano dependem do professor para serem apreendidas com eficácia e colocadas em prática com competência e habilidade. A palavra professor vem do latim professore, cujo significado é: aquele que professa ou ensina uma ciência, uma arte, uma técnica, uma disciplina. Mas para que isso aconteça, o professor deve instigar o aluno. Levá-lo à dúvida, à inquietação, à contestação, ao questionamento. A transmissão do saber precisa ser estimulante e prazerosa. Há que se estabelecer entre os mestres e seus aprendizes uma relação de troca porque ensinar também é, antes de tudo, aprender. Educar é um missão que guarda em si um mundo repleto de possibilidades. Entre elas, a capacidade de despertar no outro um sem-número de qualidades adormecidas. Na Grécia Antiga, Sócrates já nos mostrou o caminho com a sua maiêutica. Sem a provocação, sem o questionamento, sem a inquietação, sem as perguntas incessantes do mestre não ocorrerá esse processo pedagógico socrático em que se multiplicam as perguntas a fim de obter um conceito a respeito do objeto em questão. Sem a maiêutica não é possível haver a parturição das idéias. Não se adquire o conhecimento, a sabedoria. Machado de Assis, no clássico Dom Casmurro, mais precisamente no Capítulo 9, nos brinda com sua poesia, ironia e irreverência quando compara a vida e os personagens que a compõem a uma ópera. Vamos pedir licença ao grande gênio da nossa Literatura para utilizar essa metáfora no universo específico da sala de aula. Quem dentre os alunos será o maestro que irá reger os personagens do espetáculo da existência? Quem será barítono, soprano, contralto, tenor? Quem irá optar por conceber a cenografia? Quem será o diretor? Quem será o figurinista? Quem irá compor o coro? Quem serão os bailarinos? Bem, o professor pode até imaginar os rumos que serão seguidos pelos seus alunos, mas isso não é sua tarefa principal. Cabe aos educadores conceder às crianças e jovens o direito de escolha, a partir do momento em que aprenderão sobre a importância de todos os personagens da ópera, inclusive os que optam por ficar nos bastidores. A nobreza do magistério reside justamente na capacidade de transmitir aos aprendizes a beleza e a grandiosidade dessa magnífica experiência que é a vida. Temos por meta preparar o professor para o exercício de uma profissão cada vez mais essencial à formação do ser humano. Por isso estamos realizando capacitações, palestras, teleconferências e seminários. No último mês de maio, por exemplo, reunimos cerca de mil educadores das 89 regionais de ensino do Estado em capacitação realizada no Interior de São Paulo. A idéia é transformá-los em multiplicadores de informação em suas localidades de origem. Acreditamos ser possível conceder ao educador o que lhe é de direito: o respeito de todos e o orgulho por ser quem traz à tona o que as pessoas têm de mais sublime. O professor, para nós, é a alma da educação e a espinha dorsal da sociedade. Sem ela, torna-se impossível adquirir o equilíbrio, a força e a vitalidade necessária para fazer do Brasil um país comprometido com a formação de seus cidadãos. Um país cuja nação será consciente e intelectualmente capaz de construir as bases sólidas que sustentarão os sonhos das novas gerações.

A LINGUA DA MARIPOSA...

O contexto histórico do filme se passa no começo da guerra civil espanhola, é nesse mundo que o menino Moncho de sete anos está inserido, e depois de ouvir as histórias do irmão, o garoto sente medo de ir a escola, no filme muito bem retratado, percebemos o quanto é grande o desafio do primeiro dia de aula para a criança. O filme mostra a figura de um professor que cativa, ensina, formula questionamentos, promove a pesquisa, não tem fórmulas prontas, responsável, comprometido com a causa, sereno, íntegro, humilde: eis Don Gregório.
Dom Gregório ensina a seus alunos mais que teorias, ele instiga nas crianças novas concepções de vida, passa os valores e provoca a sensibilidade. Transpassa pela relação professor-aluno o encantamento que tem pela profissão, por aquilo que faz, do fazer por amor. O aluno percebe e isso faz a diferença entre o respeito e o afastamento.
Outro aspecto do filme e isso podemos ver com muita clareza é a sensibilidade do Professor em saber ouvir os alunos, compreender seus problemas, e ainda assim repassar todos os conhecimentos, levando em consideração que cada aluno é ímpar, que estão na busca do conhecimento. O filme mostra com muito louvor que os alunos não chegam à escola sem saber nada. Don Gregório é cativante, é um educador de emoções, faz com que os alunos entendam que é necessário ler para saber ler, e vai mais além, que ler e pesquisar são fundamentais para o crescimento individual, que todo ser é ser pensante, que não devemos abrir mão dos nossos ideais, que devemos combater a tirania e a corrupção, que os valores devem ser dignificados.
A Língua das Mariposas destaca que o professor deve sempre buscar o conhecimento, garantir a sua formação continuada, este é o caminho para rever velhas práticas, velhas convicções, velhos aprendizados, isso levará ao aperfeiçoamento dos estudantes, do prazer de aprender a aprender.
A visão de Don Gregório é de um realista quanto ao processo ensino aprendizagem, está sempre inovando, utiliza-se de aulas fora de sala, não tem respostas prontas, e isso faz com que os alunos renovem seus conhecimentos. Quando o menino Moncho ver seu professor sendo levado pelos militares, fica surpreso e ao mesmo tempo indignado, coagido pela mãe e obrigado a insultar os presos, o garoto mostra que aprendeu com o mestre. Compreende-se que nada foi em vão. Que lutar contra um sistema é uma atividade que precisa ser repensada.
Portanto, devemos ser audaciosos com relação ao nosso projeto de ensinar, que não temos as mesmas dificuldades de Don Gregório, que estamos num sistema democrático, que permite a reflexão da prática, e que devemos estar constantemente confabulando com a práxis, os caminhos são muitos, que nossos alunos estão sempre abertos à aprendizagem, temos sim, que reaprender a conquistar as borboletas.

Para se dar bem no ENEM

LOCAL DA PROVA
Confira atentamente o local onde fará a prova,informação contida no cartão enviaddo pelo correio.VISITE O LOCAL ANTES DA PROVA.

HORÁRIO
Chegue com pelo menos uma hora de antecedência.Os portões fecham às 13 horas.

O QUE LEVAR

Caneta esferográfica de tinta preta em plástico transparente.Não é permitido preencher o cartão de respostas a lápis.NÃO ESQUEÇA O RG.

LEITURA
Os textos das questões muitas vezes já indicam a resposta.A leitura também pode ajudar na argumentação da redação.

RESPOSTA
Reserva de 20 a 30 minutos para transcrever as resposta para cartão.Não esqueça de marcar nos cartões-resposta a opção correspondente á cor da capa do caderno de questões da sua prova.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Nossa visita ao Cotuca...

COTUCA devido a abreviação de Colégio Técnico da Universidade de Campinas (ou "Colégio Técnico da Unicamp"), mas depois o nome oficial se tornou simplesmente "Colégio Técnico de Campinas".
Além dos cursos técnicos semestrais, o colégio também oferece o Ensino Médio comum e cursos de extensão. Ele é nacionalmente conhecido por sua qualidade e por possuir um vestibular (popularmente chamado de vestibulinho) com grande concorrência, superando a relação candidato/vaga de muitos cursos do ensino superior da rede pública. É considerado pelo mercado de trabalho e pelo meio acadêmico como um dos melhores colégios técnicos do Brasil, juntamente com a COTIL (que também pertence a UNICAMP)e CEFET-SP.
O prédio do COTUCA é um patrimônio histórico da cidade de Campinas, e foi construído em 1918, por Bento Quirino, num projeto do arquiteto Ramos de Azevedo. A Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - começou seu funcionamento nesse prédio, em 1967, com os cursos de Química, Engenharia de Alimentos e Medicina. No mesmo ano o COTUCA começou a funcionar, com os cursos de Eletrotécnica, Mecânica e Alimentos. As instalações possuem 6500 metros quadrados e, por ser um patrimônio histórico, são mantidas e conservadas de acordo com suas características originais.
O Objetivo do Colégio Técnico de Campinas é proporcionar ao aluno uma formação profissional de alto nível com sólida base de educação geral. Seu corpo docente e funcional empenha-se para que o aluno desenvolva a sua consciência crítica, um crescente espírito de equipe social e profissional, buscando a formação plena como pessoa socialmente atuante e bem sucedida na profissão.
Consciente de sua responsabilidade enquanto escola pública e gratuita, o COTUCA tem como premissa buscar a excelência do ensino, por meio de metodologias de ensino, projetos e capacitação de seu corpo docente e funcional para melhor atender as demandas da sociedade.Como o objetivo do Cotuca é o mesmo do corpo discente do Colégio Jonatas Davi ,postamos algumas fotos da visita dos nossos alunos a esses renomado Colegio.

Nossa visita ao Cotuca.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

RESUMO DO LIVRO"A ILHA PERDIDA"

RESUMO DO LIVRO"A ILHA PERDIDA"
É a história de dois meninos, Henrique e Eduardo, de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Eles moram em São Paulo e vão passar as férias na fazenda de seu padrinho, onde mora dois primos, Quico e Oscar. Lá sem ninguém saber viajaram para uma ilha, chamada de Ilha Perdida. De repente, chega um homem chamado Simão, um homem barbudo habitante da ilha, que cuida dos animais. Ele saiu da cidade por ser muito violenta, e sem ninguém saber foi morar ali.
Simão conhecia bem a ilha, então ajudou Henrique e ensinou a ele como se habitava a ilha, ele tinha uma gruta confortável, com cama de penas coloridas, forno de barro, luz de lamparina e boa comida. Henrique ficou admirado com toda aquela beleza, enquanto Eduardo estava perdido, com fome, sede e todo sujo.
Henrique tentou fugir, mas não conseguiu, ficando com rosto todo arranhado e o corpo cheio de mordidas de formigas. Simão o encontrou, passou um remédio preparado por ele mesmo, passou-se algum tempo e logo melhorou. E assim Simão o ajudou a procurar o irmão, não acharam, então Simão o deixou ir embora, e indicou a direção da prainha, depois de andar algumas horas Henrique sentiu-se muito cansado e resolveu descansar, quando acordou viu Eduardo na sua frente. O dois se perguntaram como tinha sido o tempo em que ficaram separados.
Eduardo havia feito uma jangada para ir embora, a jangada foi feita com cipó e madeira. A noite já estava caindo, Eduardo mostrou a cama que arranjou atrás da pedra, e então os dois foram dormir.
No dia seguinte estavam preparando a jangada para voltar, enquanto isso Henrique contou a Eduardo que havia encontrado Simão, e tudo o que aconteceu na gruta, a comida, a mordomia e tudo o que Simão lhe ofereceu, e não esqueceu de falar dos animais companheiros de Simão, o papagaio, a onça, os micos, a coruja, o morcego e o veado. Os meninos partiram cedo, e navegaram por alguns minutos e quando virão um barco com os empregados da fazenda, facando em pé na jangada, quase virando-a, os empregados da fazenda os aconselharam a passarem para o barco, resistiram um pouco mas acabaram cedendo, voltando para a casa em segurança, tomaram banho e dormiram como nunca, e no dia seguinte contaram a história a todos da fazenda, alguns ficaram e outros nem acreditaram.

Christiane Feijó Ferreira da Silva Nº39 6ª a.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

FLORES DESABROCHANDO